sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Dicas

Sigo sorrindo por aí à espera que as coisas aconteçam.
Como sempre, a menina mimada que em vez de fazer algo, espera que as coisas lhe caiam aos pés.
Mas não sou a única..
Quantos e quantos se sentam numa cadeira confortável em vez de se erguerem e correr por um tempo indeterminado de luta?

Somos fracos. A maioria de nós.
E só espero que com o passar do tempo este tipo de coisas mude mas as novas gerações já vão por um caminho tão "obscuro" que sinceramente duvido bastante.

No entanto, pequenos gestos em certos momentos fazem toda a diferença. Agarra a vida como se o amanhã não existisse mais, puxa pela mão dela com força e não deixes que largue, diz "amo-te" ou "odeio-te" sem medo algum das consequências. Afinal é por esta repressão e medo de exprimirmos o que sentimos, embora 74 fosse um ano de vitória para nós, que as coisas não dão certo.

(Toda eu conselheira hoje) Há dias para tudo.  

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Imaturidade

Apesar de hoje ter sido um dos dias decisivos, quanto a exames da faculdade, sinto que uma lufada de ar fresco me invadiu desde que acordei. Sim, humoristicamente, poderia dizer que tinha sido a janela a ficar aberta durante a noite, mas não.

Depois do dia "de cão" de ontem, hoje já me sinto com mais vontade para aguentar o resto da semana.
Depois de ter chapinado água enlameada para as calças, de ter perdido o passe, de deixar os meus livros perto da cidade do mar que tem sido a minha terceira casa (esses pedaços de papel sim sabem bem para onde ir) e de outra catrafilada de coisas me ter acontecido dia 20 de Janeiro, hoje dia 21, quando faltam precisamente 3 meses para o meu aniversário - adoro fazer anos (não se nota nada)- já me sinto novamente com sorte e força.

Depois da tempestade vem a bonança e como a minha avó me diz: "Era pior se tivesses partido uma perna". Quando penso em tal atrocidade aí sim me fico a sentir mal por causa da minha estupidez em considerar tudo sempre um drama na minha vida. Esqueço-me que esse estilo cinematográfico devo sim atribuir a outras situações mais graves.

Infantilidade, talvez, mas também ainda tenho tanto tempo para deixar de ser assim "um bebé".
Pelo menos reflectir já é um grande passo. Digo eu...